quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
domingo, 17 de outubro de 2010
17 de Outubro, dia contra a pobreza! Um projecto contra a exclusão: Leituras Solidárias
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Lado a lado com a alimentação: POBREZA ZERO 17 Outubro - Dia Mundial para a Erradicação da Pobreza e O Mundo que Queremos
Mais de 900 Organizações Internacionais em estreita coordenação com organizações e movimentos sociais de base em mais de 100 países promovem a maior mobilização de sempre na história da luta contra a pobreza no mundo. A sociedade portuguesa não pode ficar indiferente. Junta-te a nós e faz ouvir a tua voz!
Unindo as nossas vozes manifestamos:
QUE a persistência da pobreza e da desigualdade no mundo de hoje não tem justificação.
Apesar dos esforços realizados durante décadas, a desigualdade entre ricos e pobres continua a aumentar.
Hoje, mais de 3.000 milhões de pessoas carecem de uma vida digna por causa da pobreza.
Fome, SIDA, analfabetismo, discriminação de mulheres e meninas, destruição da natureza, acesso desigual à tecnologia,deslocação maciça de pessoas devido aos conflitos, migrações provocadas pela falta de equidade na distribuição da riqueza a nível internacional… São as diferentes facetas do mesmo problema: a situação de injustiça que afecta a maioria da população mundial.
QUE o desenvolvimento sustentável no planeta está seriamente ameaçado porque um quinto da população mundial consome irresponsavelmente, com a consequente sobre exploração de recursos naturais.
QUE as razões da desigualdade e a pobreza se encontram na forma como organizamos a nossa actividade política e económica. O comércio internacional e a especulação financeira que privilegia as economias mais poderosas, uma dívida externa asfixiante e injusta para muitos países empobrecidos, bem como um sistema de ajuda internacional escasso e descoordenado tornam a actual situação insustentável.
QUE para conseguir a eficácia das políticas de Desenvolvimento Institucional, o Desenvolvimento Humano Sustentável e Bens Públicos Globais é imprescindível implementar uma governação global democrática e participativa.
QUE o crescimento económico espectacular dos últimos anos não contribuiu para garantir os direitos humanos nem para melhorar as condições de vida em todas as regiões do mundo, nem para as pessoas, independentemente da sua condição,género, etnia ou cultura.
QUE lutar contra a pobreza, nas suas diferentes dimensões, significa actuar contra a exclusão das pessoas, a favor das garantias dos seus direitos económicos, sociais e culturais que se traduzem em protecção, trabalho digno, rendimento, saúde e educação, poder, voz, meios de subsistência sustentáveis, em condições de igualdade.
É um compromisso irrenunciável e inadiável: toda a sociedade no seu conjunto é responsável pela sua concretização.
Unindo as nossas vozes queremos
- MAIS AJUDA pública para o desenvolvimento, dando prioridade aos sectores sociais básicos, até alcançar o compromisso dos 0,7% do RNB
- MELHOR AJUDA, desligada de interesses comerciais, orientada para os países mais pobres e coerente com os Objectivos do Milénio.
- MAIS COERÊNCIA nas diferentes políticas dos nossos governos para que todas elas contribuam para a erradicação da pobreza.
- ELIMINAR A DÍVIDA: os países ricos, o Banco Mundial e o FMI devem perdoar a 100% a dívida dos países mais pobres.
- DÍVIDA POR DESENVOLVIMENTO: investir os recursos criados pela extinção da dívida dos países pobres para alcançar os Objectivos do Milénio.
-MUDAR AS NORMAS DO COMÉRCIO internacional que privilegiam os países ricos e os seus negócios e impedem os governos dos países pobres de decidir como lutar contra a pobreza e proteger o meio ambiente.
- ELIMINAR OS SUBSÍDIOS que permitem exportar os produtos dos países ricos abaixo do preço de custo de produção, prejudicando o sustento das comunidades rurais nos países pobres.
- PROTEGER OS SERVIÇOS PÚBLICOS com o fim de assegurar os direitos à alimentação e o acesso à água potável e a medicamentos essenciais.
- FAVORECER O ACESSO À TECNOLOGIA por parte dos países menos desenvolvidos, de acordo com as suas necessidades, para que possam usufruir dos seus benefícios.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Notícia de um louvor muito especial, a pedido da Directora da Escola
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
16 de Novembro, dia da Tolerância
TOLERÂNCIA
No dia 16 de Novembro, celebra-se o Dia Internacional da Tolerância, instituído pela UNESCO em 1995, com o objectivo de sensibilizar a opinião pública para a diversidade cultural, religiosa, étnica, social e linguística.
Pretende-se alertar os jovens e o público em geral para a promoção da igualdade, da integração social e da tolerância, conceitos tantas vezes abordados mas tão pouco praticados.
A tolerância é um sentimento e uma atitude que nos deve guiar no dia-a-dia! Deve começar por ser praticada nas nossas casas, com a nossa família, com os amigos e com aqueles com quem lidamos todos os dias.
Devemos saber aceitar as diferenças de gerações, de culturas e religiões, de povos e de mentalidades, mas isso terá que ser feito por todos, e não apenas por alguns.
Ser tolerante não significa aceitar tudo e calar, não significa a indiferença e o egoísmo. Significa sim, tentar compreender a diferença…
Mas há limites, impostos pelo bom-senso ou por uma moral comum a todos os seres humanos. Quando esses limites são ultrapassados temos a obrigação de os denunciar.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
11 de Novembro, São Martinho e a tolerância
Diz a lenda que num dia de chuva e de frio em Novembro, um soldado francês, que servira nas legiões romanas em fim de missão, regressava à sua terra natal, em França. Quando atravessava as montanhas dos Alpes encontrou um mendigo esfomeado, mal agasalhado e gelado de frio que lhe estendeu a mão lhe pedindo esmola. São Martinho não tendo nada para lhe dar em esmola desceu do seu cavalo, retirou o seu manto vermelho que lhe servia de protecção contra a chuva e o frio. De um golpe de espada cortou pelo meio o manto e deu uma das metades ao mendigo. Imediatamente a chuva parou de cair, as nuvens afastaram-se e o Sol apareceu, com o por milagre, radioso e quente como num dia de Verão. Teria sido então Deus que lh e teria enviado esse tempo magnífico em recompensa pela sua bondade. A tradição mantém-se e por isso se fala do Verão de São Martinho, para lembrar que as boas acções não se devem esquecer.quinta-feira, 15 de outubro de 2009
17 de Outubro é o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
Mais tarde, no ano de 1992, as Nações Unidas reconheceram esse dia como Jornada Mundial para a eliminação da pobreza.
A partir daí, todos os anos, este dia passou a ser uma boa ocasião para reunir, por esse mundo fora, os adultos e as crianças que desejam dizer não à miséria.

A luta contra a pobreza e a exclusão social figura entre os principais objectivos da União Europeia e dos seus Estados Membros. 2010 será o Ano Europeu de luta contra a pobreza e a exclusão social.
http://oikos.pt/
http://pobrezazero.heylife.com/
http://pobrezazero.oikos.pt/levantate/index.html

Na escola, podes contactar a professora Mª José Cardoso, mais conhecida por professora Zezinha, para saberes como colaborar na campanha de solidariedade! Esta campanha, em colaboração com a P.S.P., visa ajudar os meninos de uma escola em Dili, Timor. É preciso ajudar, aqui, ali e em todo o Mundo!!!
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Dr. Fernando Nobre, um momento especial na EBI André de Resende
«Idris foi atingido apenas num braço, mas caiu ao chão e fez-se de morto.(...) Idris teve muita sorte, porque, naquela altura, estava um cirurgião estrangeiro instalado no seu oásis. Foi esse cirurgião que tratou o braço de Idris, conseguindo que não o perdesse inteiramente e não ganhasse infeccção.»
Este é um excerto de uma das histórias que o Dr. Fernando Nobre contou aos seus filhos, as histórias que hoje nos foram ser apresentadas por alguém que não precisa de apresentação, por alguém que dedicou a sua vida a salvar a vida dos outros, por alguém cuja presença nos enche de um orgulho bom, o de conhecer alguém que, com tanto para fazer, tirou um bocadinho do seu tempo para vir à nossa Escola falar connosco.
Obrigada Dr. Fernando Nobre!







